Estava lendo, no blog da HSM, sobre o aumento do consumo de vídeos na internet. Isso faz ainda mais sentido quando notamos a popularização dos computadores, da internet banda larga e, em menor escala, mas não menos importante, os problemas como o trânsito, que impedem chegar em casa a tempo de assistir aos programas favoritos. No Brasil, a tendência é ainda mais forte, segundo o estudo Wave.3, somos uns dos líderes nessa revolução com 94% dos usuários ativos, aqueles que acessam a rede diariamente, assistindo vídeos online. Não só as TVs abertas tem seus canais de vídeo na internet, como os próprios provedores de internet tem seus canais de TVs e novos sites de vídeos pipocam a todo o tempo na internet. O que estamos vendo, é a tão falada mudança na maneira como as pessoas consomem conteúdo. Via internet eu posso assistir meu programa favorito no horário que me for mais conveniente, ainda tenho a possibilidade avaliar se gostei ou não do que foi produzido, comentar e trocar impressões com quem assistiu o mesmo programa, enviar um link para amigos, etc. À propósito, a transmissão online das Olimpíadas do terra recebe 12,3 milhões de visitantes.

[…] Além do que, muitas vezes essas notícias são veiculadas muito mais rapidamente na internet do que na mídia impressa. Para quem não gosta de ler as notícias, há milhares de canais de televisão que transmitem programas gravados e/ou ao vivo, inclusive noticiários. E eles podem ser vistos no horário em que for mais conveniente para você. Lembra do que falamos neste artigo? Com a proliferação de dispositivos portáteis de alta tecnologia, que permitem acessar TV e canais de vídeo na internet, então… […]