Ontem divulguei, na minha página no Twitter (http://www.twitter.com/Justale), um relatório desenvolvido pelo conhecido Michael A. Stelzner (grande pesquisador americano que desenvolve trabalhos para marcas como HP, SAP, Dow Jones, entre outras), sobre o uso de redes sociais como ferramenta de marketing.
É importante ressaltar que o estudo dele envolveu 900 empresários e, portanto, não deve ser generalizado para todas as empresas e áreas, sobretudo no Brasil. Ainda assim, há uma série de informações relevantes no artigo e as “Top 10 social media questions marketers want answered”, com certeza também se aplicam para a nossa realidade. O que mais chama a atenção no estudo é o recente aumento do uso das redes sociais como ferramenta de marketing.
Alguns outros dados relevantes:
- 72% dos entrevistados só começaram a utilizar ferramentas de redes sociais em empresas há dois meses (o que reforça a oportunidade de negócios que há envolvendo redes sociais);
- 81% acreditam nos benefícios gerados pela exposição da marca e produtos nas redes sociais e na oportunidade de construir novas relações comerciais (encontrar parceiros para negócios, por exemplo);
- O Twitter é a rede social mais utilizada como ferramenta de marketing (86%), seguido de blogs (79%), do LinkedIn (78%) e do Facebook (77%);
- Donos de seus proprios negócios (90%+) são mais inclinados a utilizar redes sociais como ferramentas de marketing, do que quem é funcionário de alguma empresa (81%);
- 88% dos entrevistados já empregam redes sociais para fins de marketing;
- 39% usam redes sociais durante mais de 10 horas por semana;
- 64% usam as redes sociais durante 5 horas ou mais por semana;
O relatório completo (no formato PDF) está disponível neste link:
Social Midia Marketing Industry Report
Assista também ao vídeo abaixo sobre algumas das principais conclusões sobre o estudo:

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Alessandra, acredito ainda que há um elemento que transcende o aspecto de marketing. Com a popularidade das redes sociais, e a ampla utilização por parte de diversas células organizacionais, da gerência ao profissional de serviços gerais, somando ainda o aparato computador, acaba havendo uma certa horizontalidade. A grosso modo, a contribuição das redes sociais (e sua possibilidade informacional) pode ser responsável por uma quebra de paradigma ma relação de poder/informação. O gerente dá loja pode repercutir uma notícia, que por sua vez já foi acessada também por outros funcionários. A informação é pulverizada, não se retendo ao clássico “jornal pela manhã para a chefia”.
abs