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	<title>Visão de Marketing</title>
	<link>http://www.justale.com.br/visao</link>
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	<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 20:53:12 +0000</pubDate>
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		<title>Conforme a economia piora, a popularidade do LinkedIn aumenta</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/16/conforme-a-economia-piora-a-popularidade-do-linkedin-aumenta/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 23:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Economia</category>
	<category>Notícias</category>
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		<description><![CDATA[<p><strong>- Quer receber minhas dicas em primeira mão? Siga-me no Twitter: </strong><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank"><strong>http://www.twitter.com/Justale</strong></a> </p>
<p>Para quem não sabe, o <a href="http://www.linkedin.com" target="_blank">LinkedIn</a> é um site dirigido a profissionais, onde é possível ao mesmo tempo, fazer networking e procurar emprego.</p>
<p>E não precisaria nem um gráfico para demonstrar o crescimento deste site em um período de crise. Lembram da frase: &#8220;toda crise representa também uma oportunidade&#8221;? Em época de crise, de desemprego, de queda nas bolsas, que site você mais visitaria: um site de compras ou um de procura de emprego e networking? Obviamente que a segunda opção. Ainda mais quando lembramos dos milhares de desempregados nos EUA, por exemplo, e na tradição que esse país tem com relação ao networking.</p>
<p>Veja abaixo o gráfico que demonstra o crescimento no número de acessos ao LinkedIn, durante este período de crise na economia:</p>
<p><img title="linkedin crescimento" alt="linkedin crescimento" src="http://img90.imageshack.us/img90/5048/chatml0.jpg" /></p>
<p>De acordo com os dados de janeiro de 2009, da empresa ComScore, os visitantes únicos provenientes dos EUA aumentaram 22%, alcançando 7.7 milhões. E o total de tempo gasto no site dobrou em janeiro, alcançando 96.8 milhões. O acesso a área de recomendações do site (onde um usuário recomenda o outro para empregos) subiu 65% desde dezembro. E o uso da plataforma de busca aumentou 50%.</p>
<p>Como se vê, talvez um dos indicativos sobre a crise possa ser a análise de navegação do LinkedIn. Assim que a economia começar a melhorar, tenha certeza de que esses números também se refletirão nos acessos ao site.</p>
<p>E ainda tem gente que acha que a economia não influencia nossos hábitos de consumo e acesso, e as estratégias de marketing das empresas.
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- Quer receber minhas dicas em primeira mão? Siga-me no Twitter: </strong><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank"><strong>http://www.twitter.com/Justale</strong></a> </p>
<p>Para quem não sabe, o <a href="http://www.linkedin.com" target="_blank">LinkedIn</a> é um site dirigido a profissionais, onde é possível ao mesmo tempo, fazer networking e procurar emprego.</p>
<p>E não precisaria nem um gráfico para demonstrar o crescimento deste site em um período de crise. Lembram da frase: &#8220;toda crise representa também uma oportunidade&#8221;? Em época de crise, de desemprego, de queda nas bolsas, que site você mais visitaria: um site de compras ou um de procura de emprego e networking? Obviamente que a segunda opção. Ainda mais quando lembramos dos milhares de desempregados nos EUA, por exemplo, e na tradição que esse país tem com relação ao networking.</p>
<p>Veja abaixo o gráfico que demonstra o crescimento no número de acessos ao LinkedIn, durante este período de crise na economia:</p>
<p><img title="linkedin crescimento" alt="linkedin crescimento" src="http://img90.imageshack.us/img90/5048/chatml0.jpg" /></p>
<p>De acordo com os dados de janeiro de 2009, da empresa ComScore, os visitantes únicos provenientes dos EUA aumentaram 22%, alcançando 7.7 milhões. E o total de tempo gasto no site dobrou em janeiro, alcançando 96.8 milhões. O acesso a área de recomendações do site (onde um usuário recomenda o outro para empregos) subiu 65% desde dezembro. E o uso da plataforma de busca aumentou 50%.</p>
<p>Como se vê, talvez um dos indicativos sobre a crise possa ser a análise de navegação do LinkedIn. Assim que a economia começar a melhorar, tenha certeza de que esses números também se refletirão nos acessos ao site.</p>
<p>E ainda tem gente que acha que a economia não influencia nossos hábitos de consumo e acesso, e as estratégias de marketing das empresas.
</p>
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		<title>A euforia do consumo?</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Featured</category>
	<category>Economia</category>
	<category>Pesquisas</category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.bluebus.com.br/anuncio_manha.php" target="_blank">BlueBus</a> - As informações distribuídas pelo IBGE na semana passada sobre o desempenho do comércio brasileiro em junho parecem boas - o volume de vendas cresceu 1,3% sobre maio e o acumulado do 1o semestre supera o do mesmo período de 2007 em quase 11%. Porém, um olhar mais atento aos números da Pesquisa Mensal do Comércio mostra que a euforia do consumo no país já nao é mais a mesma. No 2o trimestre de 2008, o crescimento (9,4%) foi menor do que o do 1o trimestre (11,8%). A maior parte da culpa pela desaceleraçao do consumo das famílias é mesmo do setor de alimentos e bebidas, que tinha crescido 8,4% nos primeiros 3 meses do ano e que expandiu-se somente 3,4% no 2o trimestre. Vestuário e calçados e produtos farmacêuticos e de perfumaria também perderam fôlego entre abril e junho, meses que são tradicionalmente fortes em funçao do Dia das Mães e do Dia dos Namorados. A explicação para essa pisada no freio é a subida da inflação. Para você ter uma idéia, enquanto o volume de vendas nos hipermercados subiu 1,5% na comparação entre junho de 2007 e 2008, as receitas desse setor aumentaram 15,6%. A conclusão é que precisamos de mais reais para comprar a mesma quantidade de produtos, o que reduz a capacidade do consumidor de adquirir itens supérfluos. Curiosamente, segmentos como móveis e eletrodomésticos, equipamentos de informática e comunicação, veículos e material de construção continuam em expansão acelerada, mostrando que os brasileiros podem até deixar de comprar iogurtes, xampus e roupas, mas não estão dispostos a abrir mão das melhorias nas suas casas e nas suas vidas. 
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bluebus.com.br/anuncio_manha.php" target="_blank">BlueBus</a> - As informações distribuídas pelo IBGE na semana passada sobre o desempenho do comércio brasileiro em junho parecem boas - o volume de vendas cresceu 1,3% sobre maio e o acumulado do 1o semestre supera o do mesmo período de 2007 em quase 11%. Porém, um olhar mais atento aos números da Pesquisa Mensal do Comércio mostra que a euforia do consumo no país já nao é mais a mesma. No 2o trimestre de 2008, o crescimento (9,4%) foi menor do que o do 1o trimestre (11,8%). A maior parte da culpa pela desaceleraçao do consumo das famílias é mesmo do setor de alimentos e bebidas, que tinha crescido 8,4% nos primeiros 3 meses do ano e que expandiu-se somente 3,4% no 2o trimestre. Vestuário e calçados e produtos farmacêuticos e de perfumaria também perderam fôlego entre abril e junho, meses que são tradicionalmente fortes em funçao do Dia das Mães e do Dia dos Namorados. A explicação para essa pisada no freio é a subida da inflação. Para você ter uma idéia, enquanto o volume de vendas nos hipermercados subiu 1,5% na comparação entre junho de 2007 e 2008, as receitas desse setor aumentaram 15,6%. A conclusão é que precisamos de mais reais para comprar a mesma quantidade de produtos, o que reduz a capacidade do consumidor de adquirir itens supérfluos. Curiosamente, segmentos como móveis e eletrodomésticos, equipamentos de informática e comunicação, veículos e material de construção continuam em expansão acelerada, mostrando que os brasileiros podem até deixar de comprar iogurtes, xampus e roupas, mas não estão dispostos a abrir mão das melhorias nas suas casas e nas suas vidas. 
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