<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.0.4" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>Visão de Marketing</title>
	<link>http://www.justale.com.br/visao</link>
	<description></description>
	<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 20:12:55 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.0.4</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>A euforia do consumo?</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Featured</category>
	<category>economia</category>
	<category>Pesquisas</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.bluebus.com.br/anuncio_manha.php" target="_blank">BlueBus</a> - As informações distribuídas pelo IBGE na semana passada sobre o desempenho do comércio brasileiro em junho parecem boas - o volume de vendas cresceu 1,3% sobre maio e o acumulado do 1o semestre supera o do mesmo período de 2007 em quase 11%. Porém, um olhar mais atento aos números da Pesquisa Mensal do Comércio mostra que a euforia do consumo no país já nao é mais a mesma. No 2o trimestre de 2008, o crescimento (9,4%) foi menor do que o do 1o trimestre (11,8%). A maior parte da culpa pela desaceleraçao do consumo das famílias é mesmo do setor de alimentos e bebidas, que tinha crescido 8,4% nos primeiros 3 meses do ano e que expandiu-se somente 3,4% no 2o trimestre. Vestuário e calçados e produtos farmacêuticos e de perfumaria também perderam fôlego entre abril e junho, meses que são tradicionalmente fortes em funçao do Dia das Mães e do Dia dos Namorados. A explicação para essa pisada no freio é a subida da inflação. Para você ter uma idéia, enquanto o volume de vendas nos hipermercados subiu 1,5% na comparação entre junho de 2007 e 2008, as receitas desse setor aumentaram 15,6%. A conclusão é que precisamos de mais reais para comprar a mesma quantidade de produtos, o que reduz a capacidade do consumidor de adquirir itens supérfluos. Curiosamente, segmentos como móveis e eletrodomésticos, equipamentos de informática e comunicação, veículos e material de construção continuam em expansão acelerada, mostrando que os brasileiros podem até deixar de comprar iogurtes, xampus e roupas, mas não estão dispostos a abrir mão das melhorias nas suas casas e nas suas vidas. 
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bluebus.com.br/anuncio_manha.php" target="_blank">BlueBus</a> - As informações distribuídas pelo IBGE na semana passada sobre o desempenho do comércio brasileiro em junho parecem boas - o volume de vendas cresceu 1,3% sobre maio e o acumulado do 1o semestre supera o do mesmo período de 2007 em quase 11%. Porém, um olhar mais atento aos números da Pesquisa Mensal do Comércio mostra que a euforia do consumo no país já nao é mais a mesma. No 2o trimestre de 2008, o crescimento (9,4%) foi menor do que o do 1o trimestre (11,8%). A maior parte da culpa pela desaceleraçao do consumo das famílias é mesmo do setor de alimentos e bebidas, que tinha crescido 8,4% nos primeiros 3 meses do ano e que expandiu-se somente 3,4% no 2o trimestre. Vestuário e calçados e produtos farmacêuticos e de perfumaria também perderam fôlego entre abril e junho, meses que são tradicionalmente fortes em funçao do Dia das Mães e do Dia dos Namorados. A explicação para essa pisada no freio é a subida da inflação. Para você ter uma idéia, enquanto o volume de vendas nos hipermercados subiu 1,5% na comparação entre junho de 2007 e 2008, as receitas desse setor aumentaram 15,6%. A conclusão é que precisamos de mais reais para comprar a mesma quantidade de produtos, o que reduz a capacidade do consumidor de adquirir itens supérfluos. Curiosamente, segmentos como móveis e eletrodomésticos, equipamentos de informática e comunicação, veículos e material de construção continuam em expansão acelerada, mostrando que os brasileiros podem até deixar de comprar iogurtes, xampus e roupas, mas não estão dispostos a abrir mão das melhorias nas suas casas e nas suas vidas. 
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/22/a-euforia-do-consumo/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
	</channel>
</rss>
