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	<title>Visão de Marketing</title>
	<link>http://www.justale.com.br/visao</link>
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	<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 20:53:12 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>EXCLUSIVO: Você viu o vídeo daquele anúncio na revista?</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/19/exclusivo-voce-viu-o-video-daquele-anuncio-na-revista/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/19/exclusivo-voce-viu-o-video-daquele-anuncio-na-revista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 16:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Tendências</category>
	<category>Anúncios</category>
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		<description><![CDATA[<p><img hspace="13" align="left" src="http://i.i.com.com/cnwk.1d/i/bto/20090819/cbsvideo_270x359.jpg" />Sim, querido leitor. Você leu certo! Anúncio em revista e em formato de vídeo não é mais coisa de ficção científica.</p>
<p>A rede de TV CBS vai divulgar sua programação em um anúncio em formato de vídeo na revista &#8220;Entertainment Weekly&#8221;, de 18 de setembro. O presidente de marketing da CBS, George Schweitzer, afirmou que é a primeira vez que um anúncio desse tipo aparecerá em uma revista! Mas nem todos poderão ver o anúncio, ele será inserido apenas nos exemplares dos assinantes moradores em Nova York e Los Angeles.<br />
O anúncio será lançado em parceria com a PepsiCo para promover, além da programação nobre das segundas-feiras da CBS, o refrigerante Pepsi Max.<br />
A empresa que criou a tecnologia que tornou possível esse tipo de anúncio foi a americana <a target="_blank" href="http://www.americhip.com/">Americhip</a>.</p>
<p><strong>Opinião minha:</strong> Já estou vendo esses exemplares da revista sendo leiloados por uma boa quantia em sites como o eBay. Afinal, será a primeira vez que um anúncio em vídeo aparecerá em uma revista.<br />
Na foto ao lado, veja a página da revista com o anúncio.</p>
<p><em>Fonte: <a target="_blank" href="http://news.cnet.com/8301-1023_3-10313064-93.html?part=rss">http://news.cnet.com/8301-1023_3-10313064-93.html?part=rss</a></em>
</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img hspace="13" align="left" src="http://i.i.com.com/cnwk.1d/i/bto/20090819/cbsvideo_270x359.jpg" />Sim, querido leitor. Você leu certo! Anúncio em revista e em formato de vídeo não é mais coisa de ficção científica.</p>
<p>A rede de TV CBS vai divulgar sua programação em um anúncio em formato de vídeo na revista &#8220;Entertainment Weekly&#8221;, de 18 de setembro. O presidente de marketing da CBS, George Schweitzer, afirmou que é a primeira vez que um anúncio desse tipo aparecerá em uma revista! Mas nem todos poderão ver o anúncio, ele será inserido apenas nos exemplares dos assinantes moradores em Nova York e Los Angeles.<br />
O anúncio será lançado em parceria com a PepsiCo para promover, além da programação nobre das segundas-feiras da CBS, o refrigerante Pepsi Max.<br />
A empresa que criou a tecnologia que tornou possível esse tipo de anúncio foi a americana <a target="_blank" href="http://www.americhip.com/">Americhip</a>.</p>
<p><strong>Opinião minha:</strong> Já estou vendo esses exemplares da revista sendo leiloados por uma boa quantia em sites como o eBay. Afinal, será a primeira vez que um anúncio em vídeo aparecerá em uma revista.<br />
Na foto ao lado, veja a página da revista com o anúncio.</p>
<p><em>Fonte: <a target="_blank" href="http://news.cnet.com/8301-1023_3-10313064-93.html?part=rss">http://news.cnet.com/8301-1023_3-10313064-93.html?part=rss</a></em>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Podcast</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/18/podcast/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/18/podcast/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 22:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Podcasts</category>
	<category>Livros</category>
	<category>Tendências</category>
	<category>Resenhas</category>
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		<description><![CDATA[<p><span class="texto">Atendendo aos pedidos, a resenha do livro &#8220;<a href="http://www.justale.com.br/2009/08/12/resenha-a-logica-do-consumo-neuromarketing/"><span style="font-weight: bold">A Lógica do Consumo</span></a>&#8220;, agora também em formato de podcast! Para agradar também aos que já leram a resenha, insiro informações novas nesse podcast! Aproveitem e saibam quais são as verdades e as mentiras sobre por que compramos!</span></p>
<p><a target="_blank" href="http://podcastale.blogspot.com/2009/08/resenha-do-livro-logica-do-consumo.html#links"><strong>Clique aqui para ouvir o podcast! </strong></a>
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="texto">Atendendo aos pedidos, a resenha do livro &#8220;<a href="http://www.justale.com.br/2009/08/12/resenha-a-logica-do-consumo-neuromarketing/"><span style="font-weight: bold">A Lógica do Consumo</span></a>&#8220;, agora também em formato de podcast! Para agradar também aos que já leram a resenha, insiro informações novas nesse podcast! Aproveitem e saibam quais são as verdades e as mentiras sobre por que compramos!</span></p>
<p><a target="_blank" href="http://podcastale.blogspot.com/2009/08/resenha-do-livro-logica-do-consumo.html#links"><strong>Clique aqui para ouvir o podcast! </strong></a>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Seth Godin</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/16/entrevista-com-seth-godin/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/08/16/entrevista-com-seth-godin/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 01:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Tendências</category>
	<category>Entrevista</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.justale.com.br/visao/2009/08/16/entrevista-com-seth-godin/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Martin Lindstrom, o autor do livro &#8220;A lógica do consumo&#8221; (cuja resenha fizemos <a target="_blank" href="http://www.justale.com.br/visao/2009/08/12/resenha-a-logica-do-consumo-neuromarketing/"><strong>aqui</strong></a>), entrevista Seth Godin, sobre questões relacionadas à sustentabilidade, programas sociais patrocinados por empresas e outras tendências na área de gestão e marketing.</p>
<p><strong>-> Veja o vídeo </strong><strong><a target="_blank" href="http://adage.com/brightcove/lineup.php?lineup=1182767334">neste</a> link.</strong><br />
Pontos importantes da entrevista:</p>
<p>- Nem toda a empresa precisa ter programas sociais ou fazer caridade;<br />
- Os programas sociais (ou caridades como doações, por exemplo) devem estar integradas com a marca. Uma vez que façam sentido, mas fácil será para que os consumidores acreditem e deem crédito a ação. Meus exemplos: uma empresa da área esportiva patrocinando um corredor; uma editora patrocinando a edição do primeiro livro de alguém, um congresso/encontro sobre literatura, um programa de rádio sobre livros e/ou um site sobre livros; uma empresa de games patrocinando um campeonato de jogos; uma empresa de marketing patrocinando o site Visão de Marketing&#8230; ;)<br />
- Verifique se a sua empresa quer abraçar causas como a sustentabilidade ou se quer empregar essa verba em outra atividade. Aqui, parênteses meu, abraçar causas como a sustentabilidade tem sido uma ótima alternativa, também para a construção da reputação da marca da empresa e também por questões ética.
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Martin Lindstrom, o autor do livro &#8220;A lógica do consumo&#8221; (cuja resenha fizemos <a target="_blank" href="http://www.justale.com.br/visao/2009/08/12/resenha-a-logica-do-consumo-neuromarketing/"><strong>aqui</strong></a>), entrevista Seth Godin, sobre questões relacionadas à sustentabilidade, programas sociais patrocinados por empresas e outras tendências na área de gestão e marketing.</p>
<p><strong>-> Veja o vídeo </strong><strong><a target="_blank" href="http://adage.com/brightcove/lineup.php?lineup=1182767334">neste</a> link.</strong><br />
Pontos importantes da entrevista:</p>
<p>- Nem toda a empresa precisa ter programas sociais ou fazer caridade;<br />
- Os programas sociais (ou caridades como doações, por exemplo) devem estar integradas com a marca. Uma vez que façam sentido, mas fácil será para que os consumidores acreditem e deem crédito a ação. Meus exemplos: uma empresa da área esportiva patrocinando um corredor; uma editora patrocinando a edição do primeiro livro de alguém, um congresso/encontro sobre literatura, um programa de rádio sobre livros e/ou um site sobre livros; uma empresa de games patrocinando um campeonato de jogos; uma empresa de marketing patrocinando o site Visão de Marketing&#8230; ;)<br />
- Verifique se a sua empresa quer abraçar causas como a sustentabilidade ou se quer empregar essa verba em outra atividade. Aqui, parênteses meu, abraçar causas como a sustentabilidade tem sido uma ótima alternativa, também para a construção da reputação da marca da empresa e também por questões ética.
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Web Trend Map 4 Final beta</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/04/07/web-trend-map-4-final-beta/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/04/07/web-trend-map-4-final-beta/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 04:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Tendências</category>
	<category>Social Media</category>
	<category>Redes Sociais</category>
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		<description><![CDATA[<p>Maravilhoso! Wonderful!<br />
<a href="http://farm4.static.flickr.com/3611/3409362834_d88cb8ef37_o_d.png"><img align="middle" src="http://farm4.static.flickr.com/3611/3409362834_b28cedc2c1_m.jpg" /></a></p>
<p>-> <strong>Click on the image to enlarge and download the original size! </strong><br />
-> <strong>Clique na imagem para fazer o download em tamanho original!</strong>
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilhoso! Wonderful!<br />
<a href="http://farm4.static.flickr.com/3611/3409362834_d88cb8ef37_o_d.png"><img align="middle" src="http://farm4.static.flickr.com/3611/3409362834_b28cedc2c1_m.jpg" /></a></p>
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</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O uso das redes sociais por empresas</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/03/26/o-uso-das-redes-sociais-por-empresas/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/03/26/o-uso-das-redes-sociais-por-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 17:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Tendências</category>
	<category>Vídeos</category>
	<category>Social Media</category>
	<category>Redes Sociais</category>
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		<description><![CDATA[<p>Ontem divulguei, na minha página no Twitter (<a href="http://www.twitter.com/Justale">http://www.twitter.com/Justale</a>), um relatório desenvolvido pelo conhecido Michael A. Stelzner (grande pesquisador americano que desenvolve trabalhos para marcas como HP, SAP, Dow Jones, entre outras), sobre o uso de redes sociais como ferramenta de marketing.</p>
<p>É importante ressaltar que o estudo dele envolveu 900 empresários e, portanto, não deve ser generalizado para todas as empresas e áreas, sobretudo no Brasil. Ainda assim, há uma série de informações relevantes no artigo e as &#8220;Top 10 social media questions marketers want answered&#8221;, com certeza também se aplicam para a nossa realidade. O que mais chama a atenção no estudo é o recente aumento do uso das redes sociais como ferramenta de marketing.</p>
<p>Alguns outros dados relevantes:</p>
<p>- 72% dos entrevistados só começaram a utilizar ferramentas de redes sociais em empresas há dois meses (o que reforça a oportunidade de negócios que há envolvendo redes sociais);</p>
<p>- 81% acreditam nos benefícios gerados pela exposição da marca e produtos nas redes sociais e na oportunidade de construir novas relações comerciais (encontrar parceiros para negócios, por exemplo);</p>
<p>- O Twitter é a rede social mais utilizada como ferramenta de marketing (86%), seguido de blogs (79%), do LinkedIn (78%) e do Facebook (77%);</p>
<p>- Donos de seus proprios negócios (90%+) são mais inclinados a utilizar redes sociais como ferramentas de marketing, do que quem é funcionário de alguma empresa (81%);</p>
<p>- 88% dos entrevistados já empregam redes sociais para fins de marketing;</p>
<p>- 39% usam redes sociais durante mais de 10 horas por semana;</p>
<p>- 64% usam as redes sociais durante 5 horas ou mais por semana;</p>
<p><strong>O relatório completo (no formato PDF) está disponível neste link:<br />
</strong><a href="http://marketingwhitepapers.s3.amazonaws.com/smss09/SocialMediaMarketingIndustryReport.pdf" target="_blank">Social Midia Marketing Industry Report</a></p>
<p><strong>Assista também ao vídeo abaixo sobre algumas das principais conclusões sobre o estudo:</strong></p>
<p><code>
<object	type="application/x-shockwave-flash"
			data="http://www.youtube.com/v/yf6ACnQHXwE"
			width="425"
			height="350">
	<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yf6ACnQHXwE" />
	<param name=wmode" value="transparent" />
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</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem divulguei, na minha página no Twitter (<a href="http://www.twitter.com/Justale">http://www.twitter.com/Justale</a>), um relatório desenvolvido pelo conhecido Michael A. Stelzner (grande pesquisador americano que desenvolve trabalhos para marcas como HP, SAP, Dow Jones, entre outras), sobre o uso de redes sociais como ferramenta de marketing.</p>
<p>É importante ressaltar que o estudo dele envolveu 900 empresários e, portanto, não deve ser generalizado para todas as empresas e áreas, sobretudo no Brasil. Ainda assim, há uma série de informações relevantes no artigo e as &#8220;Top 10 social media questions marketers want answered&#8221;, com certeza também se aplicam para a nossa realidade. O que mais chama a atenção no estudo é o recente aumento do uso das redes sociais como ferramenta de marketing.</p>
<p>Alguns outros dados relevantes:</p>
<p>- 72% dos entrevistados só começaram a utilizar ferramentas de redes sociais em empresas há dois meses (o que reforça a oportunidade de negócios que há envolvendo redes sociais);</p>
<p>- 81% acreditam nos benefícios gerados pela exposição da marca e produtos nas redes sociais e na oportunidade de construir novas relações comerciais (encontrar parceiros para negócios, por exemplo);</p>
<p>- O Twitter é a rede social mais utilizada como ferramenta de marketing (86%), seguido de blogs (79%), do LinkedIn (78%) e do Facebook (77%);</p>
<p>- Donos de seus proprios negócios (90%+) são mais inclinados a utilizar redes sociais como ferramentas de marketing, do que quem é funcionário de alguma empresa (81%);</p>
<p>- 88% dos entrevistados já empregam redes sociais para fins de marketing;</p>
<p>- 39% usam redes sociais durante mais de 10 horas por semana;</p>
<p>- 64% usam as redes sociais durante 5 horas ou mais por semana;</p>
<p><strong>O relatório completo (no formato PDF) está disponível neste link:<br />
</strong><a href="http://marketingwhitepapers.s3.amazonaws.com/smss09/SocialMediaMarketingIndustryReport.pdf" target="_blank">Social Midia Marketing Industry Report</a></p>
<p><strong>Assista também ao vídeo abaixo sobre algumas das principais conclusões sobre o estudo:</strong></p>
<p><code>
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		</item>
		<item>
		<title>O futuro do telemarketing. E por que ele funciona?</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/24/o-futuro-do-telemarketing-e-porque-ele-funciona/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/24/o-futuro-do-telemarketing-e-porque-ele-funciona/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Artigos</category>
	<category>Tendências</category>
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		<description><![CDATA[<p><strong>- Quer receber minhas dicas em primeira mão? Siga-me no </strong><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank"><strong>http://www.twitter.com/Justale</strong></a> </p>
<p>A revista Superinteressante do mês de fevereiro trás uma reportagem (na página 54), sobre o futuro do telemarketing. Vale a pena a leitura, principalmente se você trabalha na área de marketing. Entre outras informações, a matéria apresenta uma pesquisa, feita no Reino Unido, onde os atendentes de call center estão em 7º lugar na lista dos profissionais mais odiados (à frente inclusive dos políticos). Apesar disso, o telemarketing ainda funciona - e muito bem! Mas como é possível um sistema odiado por tantos ainda funcionar para os negócios?</p>
<p>A explicação é simples: baixo custo das ligações somado a uma boa taxa de vendas. Segundo dados da revista, as empresas de telemarketing e call center faturam US$ 900 bilhões ao ano - cerca de 80% de tudo o que o Brasil produz em um ano!</p>
<p>E não pense que o telemarketing é uma invenção recente. De acordo com a revista, já em 1880 uma confeitaria dos EUA ligava, oferecendo doces, para os clientes.</p>
<p>De lá para cá várias novas tecnologias surgiram, inclusive o sistema de VoIP, que fez os custos de cada chamada cair de US$ 0,25 para apenas US$ 0,005. Ou seja, com apenas US$ 5 mil é possível ligar para 1 milhão de pessoas! Faça as contas: se você vende um produto cuja o lucro seja de R$ 10,00 por unidade e, supondo uma taxa de compra de 2%, ou seja, que 20000 pessoas comprem o seu produto, o lucro será de R$ 200.000! Fácil entender porque o sistema funciona - e bem.</p>
<p>Além das tecnologias já em uso pela maioria dos call centers (como por exemplo, o software &#8220;predictive dialer&#8221;, que através de análises das ligações anteriores e de informações sobre o perfil de cada consumidor, consegue prever o melhor horário para ligar), novos softwares que a partir de respostas às perguntas feitas pela atendente conseguem traçar um perfil do consumidor e até mesmo um perfil político da pessoa. Exatamente o que foi utilizado na última eleição americana para conseguir analisar as intenções de voto, pedir votos e ainda lembrar o eleitor de votar (o voto não é obrigatório nos EUA)! Não duvido que no Brasil essa tecnologia também comece a ser utilizada na política. A menos, é claro, que surja alguma lei proibindo&#8230;</p>
<p>Outra tecnologia que já é adotada por algumas empresas é a do voice callback, sistema que, após o usuário ficar um determinado tempo esperando para ser atendido, automaticamente solicita que o usuário desligue o telefone e, assim que um atendente estiver disponível, ele mesmo retorna a ligação para o cliente.</p>
<p>Há ainda um detector de mentiras (isso mesmo, pode acreditar! Eu não estou mentindo, rs), que foi especialmente desenvolvido para ser utilizado em call centers (o nome do software é Nemesys RA-5).</p>
<p>Outro software, presente em muitas operadoras, é capaz de analisar o tom da sua voz em busca de sinais de irritação e, ao detectá-los, alerta o supervisor para que ele também possa ouvir a sua reclamação/dúvida/sugestão. <strong>Devido às características desse software é que surgiu o truque de soprar forte no bocal do telefone ou até mesmo falar enquanto espera, para poder ser atendido mais rapidamente, uma vez que, nesse sistema, os mais irritados serão os primeiros.</strong> :)
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>- Quer receber minhas dicas em primeira mão? Siga-me no </strong><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank"><strong>http://www.twitter.com/Justale</strong></a> </p>
<p>A revista Superinteressante do mês de fevereiro trás uma reportagem (na página 54), sobre o futuro do telemarketing. Vale a pena a leitura, principalmente se você trabalha na área de marketing. Entre outras informações, a matéria apresenta uma pesquisa, feita no Reino Unido, onde os atendentes de call center estão em 7º lugar na lista dos profissionais mais odiados (à frente inclusive dos políticos). Apesar disso, o telemarketing ainda funciona - e muito bem! Mas como é possível um sistema odiado por tantos ainda funcionar para os negócios?</p>
<p>A explicação é simples: baixo custo das ligações somado a uma boa taxa de vendas. Segundo dados da revista, as empresas de telemarketing e call center faturam US$ 900 bilhões ao ano - cerca de 80% de tudo o que o Brasil produz em um ano!</p>
<p>E não pense que o telemarketing é uma invenção recente. De acordo com a revista, já em 1880 uma confeitaria dos EUA ligava, oferecendo doces, para os clientes.</p>
<p>De lá para cá várias novas tecnologias surgiram, inclusive o sistema de VoIP, que fez os custos de cada chamada cair de US$ 0,25 para apenas US$ 0,005. Ou seja, com apenas US$ 5 mil é possível ligar para 1 milhão de pessoas! Faça as contas: se você vende um produto cuja o lucro seja de R$ 10,00 por unidade e, supondo uma taxa de compra de 2%, ou seja, que 20000 pessoas comprem o seu produto, o lucro será de R$ 200.000! Fácil entender porque o sistema funciona - e bem.</p>
<p>Além das tecnologias já em uso pela maioria dos call centers (como por exemplo, o software &#8220;predictive dialer&#8221;, que através de análises das ligações anteriores e de informações sobre o perfil de cada consumidor, consegue prever o melhor horário para ligar), novos softwares que a partir de respostas às perguntas feitas pela atendente conseguem traçar um perfil do consumidor e até mesmo um perfil político da pessoa. Exatamente o que foi utilizado na última eleição americana para conseguir analisar as intenções de voto, pedir votos e ainda lembrar o eleitor de votar (o voto não é obrigatório nos EUA)! Não duvido que no Brasil essa tecnologia também comece a ser utilizada na política. A menos, é claro, que surja alguma lei proibindo&#8230;</p>
<p>Outra tecnologia que já é adotada por algumas empresas é a do voice callback, sistema que, após o usuário ficar um determinado tempo esperando para ser atendido, automaticamente solicita que o usuário desligue o telefone e, assim que um atendente estiver disponível, ele mesmo retorna a ligação para o cliente.</p>
<p>Há ainda um detector de mentiras (isso mesmo, pode acreditar! Eu não estou mentindo, rs), que foi especialmente desenvolvido para ser utilizado em call centers (o nome do software é Nemesys RA-5).</p>
<p>Outro software, presente em muitas operadoras, é capaz de analisar o tom da sua voz em busca de sinais de irritação e, ao detectá-los, alerta o supervisor para que ele também possa ouvir a sua reclamação/dúvida/sugestão. <strong>Devido às características desse software é que surgiu o truque de soprar forte no bocal do telefone ou até mesmo falar enquanto espera, para poder ser atendido mais rapidamente, uma vez que, nesse sistema, os mais irritados serão os primeiros.</strong> :)
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Campanha de lingerie no Twitter</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/11/campanha-de-lingerie-no-twitter/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/11/campanha-de-lingerie-no-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 19:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Tendências</category>
	<category>Marketing no Twitter</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.justale.com.br/visao/2009/02/11/campanha-de-lingerie-no-twitter/</guid>
		<description><![CDATA[<p>Acabei de ler no <a title="campanha de lingerie" href="http://www.bluebus.com.br/show/1/88934/lingerie_criou_perfil_no_twitter_e_mostra_kate_moss_seminua" target="_blank"><strong>BlueBus</strong></a> e, como falamos sobre o uso comercial do Twitter ontem, segue a notícia:</p>
<p>&#8220;A grife de lingerie Agent Provocateur, conhecida pelas campanhas ousadas com celebridades, criou no Twitter um perfil que segue a mesma linha. O conteudo gira em torno de sexo e lingerie. E o layout exibe não menos do que Kate Moss em peças íntimas provocantes.&#8221;</p>
<p>Bem bolado, não? <a href="http://twitter.com/msprovocateur" target="_blank">Clique <strong>aqui</strong> para ver a página no Twitter</a>.</p>
<p><img title="kate moss nua" alt="kate moss nua" src="http://www.bluebus.com.br/afotos_notas/kate_twitter.jpg" /></p>
<p><strong>Para receber minhas dicas siga-me no Twitter: <a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank" /><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank">http://www.twitter.com/Justale</a></strong>
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ler no <a title="campanha de lingerie" href="http://www.bluebus.com.br/show/1/88934/lingerie_criou_perfil_no_twitter_e_mostra_kate_moss_seminua" target="_blank"><strong>BlueBus</strong></a> e, como falamos sobre o uso comercial do Twitter ontem, segue a notícia:</p>
<p>&#8220;A grife de lingerie Agent Provocateur, conhecida pelas campanhas ousadas com celebridades, criou no Twitter um perfil que segue a mesma linha. O conteudo gira em torno de sexo e lingerie. E o layout exibe não menos do que Kate Moss em peças íntimas provocantes.&#8221;</p>
<p>Bem bolado, não? <a href="http://twitter.com/msprovocateur" target="_blank">Clique <strong>aqui</strong> para ver a página no Twitter</a>.</p>
<p><img title="kate moss nua" alt="kate moss nua" src="http://www.bluebus.com.br/afotos_notas/kate_twitter.jpg" /></p>
<p><strong>Para receber minhas dicas siga-me no Twitter: <a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank" /><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank">http://www.twitter.com/Justale</a></strong>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A indústria de e-books</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/11/a-industria-dos-e-books/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/11/a-industria-dos-e-books/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 18:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Artigos</category>
	<category>Tendências</category>
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		<description><![CDATA[<p>Ontem a Amazon lançou a nova versão do Kindle, seu dispositivo para leitura de e-books (livros eletrônicos). Imagens e vídeos desse lançamento podem ser vistos <a title="kindle na amazon" href="http://www.amazon.com/gp/product/B00154JDAI/ref=amb_link_83626371_1?pf_rd_m=ATVPDKIKX0DER&#038;pf_rd_s=gateway-center-column&#038;pf_rd_r=05R6G7XYRDDTVZNS6HF5&#038;pf_rd_t=101&#038;pf_rd_p=469548931&#038;pf_rd_i=507846" target="_blank"><strong>nesta página da Amazon</strong></a> e <a title="imagens do kindle em alta resolucao" href="http://www.mobileread.com/forums/showthread.php?t=38174"><strong>nesta página do Mobileread</strong></a> (que disponbilizou, em alta resolução, várias imagens do Kindle).</p>
<p>Eu, que sou uma leitora voraz, e diferente de 99% das pessoas que conheço, adoro ler livros no formato e-book (tanto que inclusive transformei meu primeiro livro de poesias para este formato e o publiquei também na internet). Tudo isso, e somado ao <a title="post sobre audiobooks" href="http://alessandrasoletti.tumblr.com/post/73807383/a-conveni-ncia-e-escassez-dos-audiolivros" target="_blank"><strong>post que escrevi sobre os audiobooks</strong></a>, fez com que eu refletisse sobre o mercado para os livros eletrônicos. Já há algum tempo venho comentando com meu marido sobre a pequena presença de editoras exclusivas de e-books no Brasil e meu interesse em criar uma editora nesses moldes (ou trabalhar em alguma), uma vez que, além de conhecimentos em marketing e gestão de negócios (inclusive finalizando minha segunda pós-graduação na ESPM), também gosto e tenho muito interesse pelo mercado editorial.</p>
<p>Movida por esse grande interesse e uma enorme curiosidade sobre o porquê desse mercado ainda ser muito pequeno (principalmente no Brasil), li e pesquisei muito à respeito do mercado, do público consumidor, das vantagens e desvantagens dos e-books e das dificuldades presentes, tanto para os consumidores quanto para as editoras e empresas criadoras de dispositivos para leitura de livros digitais.</p>
<p>Foi então que me deparei com uma sugestão de leitura do <a title="timothy ferris" href="http://www.fourhourworkweek.com/" target="_blank"><strong>Timothy Ferriss</strong></a>: o artigo &#8220;<a title="e-book" href="http://arstechnica.com/gadgets/news/2009/02/the-once-and-future-e-book.ars" target="_blank"><strong>The once and future e-book: on reading in the digital age</strong></a>&#8220;, escrito por John Siracusa, que trabalhou nesse meio, na &#8220;Peanut Press&#8221;. Esse artigo é realmente maravilhoso e muito esclarecedor com relação ao porquê dessa indústria ainda caminhar a passos lentos. Como o próprio subtítulo do artigo cita, &#8220;John olha para o passado, o presente e o futuro de ler livros em dispositivos que não são livros.&#8221; Abaixo, compartilho com vocês um resumo contendo as principais informações presentes nesse artigo:</p>
<p>1º) Algumas das causas pelas quais os e-books ainda representam pouca vendagem (comparado com os livros impressos):</p>
<p>- A maioria dos dispositivos para leitura de e-books são caros, pesados, pouco portáteis, não tão intuitivos de usar (como um iPod, por exemplo), não oferecem a sensação que a presença física de um livro provoca (o tato, o cheio do livro e a possibilidade de ver facilmente o progresso - ou não - da leitura, por exemplo). Também, ao pensar no preço de um Kindle  e na quantidade de livros que se poderia adquirir por esse valor, torna-se tentador não comprá-lo;</p>
<p>- É desconfortável, para a maioria das pessoas, ler grandes quantidades de textos em telas - principalmente se os escritos forem em fontes muito pequenas;</p>
<p>- A dificuldade que as pessoas têm de diferenciar &#8220;dispositivo para leitura de e-books&#8221; de &#8220;e-books&#8221;, ou seja, diferenciar o &#8220;dispositivo&#8221; do &#8220;texto&#8221; em si. <a title="a era do acesso" href="http://www.justale.com.br/livros/2008/09/03/a-era-do-acesso-de-jeremy-rifkin/" target="_blank"><strong>A era do acesso</strong></a> (de Jeremy Rifkin), por exemplo, continua sendo um livro incrível, quer esteja impresso em papel, quer em uma pequena tela de um celular. Mas, quando não nos sentimos confortáveis com um dispositivo de leitura, não o usamos, independente dos livros maravilhosos que ele poderia armazenar;</p>
<p>- A questão cultural: muitos ainda não adquiriram o hábito de ler livros na tela do computador. O engraçado é que, em um mesmo período de tempo, há pessoas que leem muito mais palavras em sites, blogs e e-mails do que em livros impressos;</p>
<p>- Os e-books ainda são caros, comparados com as versões impressas. E o custo de produção de e-books, porém, é baixíssimo comparado com o da produção de livros impressos. A margem de lucro nos livros digitais é, portanto, muito maior do que nos livros impressos, no entanto seu alto preço contribui para torná-lo pouco vendável (em relação às versões impressas).</p>
<p>John argumenta nesse artigo que a questão cultural tem um peso muito forte na indústria dos e-books e que mudanças culturais levam gerações para se concretizarem. Interessante esta passagem do texto:</p>
<p><em>&#8220;Time and again this happens, and it can happen without changing a single person&#8217;s mind. To put it bluntly, people die. Indeed, death is arguably the single most important driver for all human progress. Even in a community as reason-based as science, it&#8217;s often necessary to wait for one generation of scientists to die off before a new theory gains mainstream acceptance. It&#8217;s a bit much to hold consumers&#8217; text-based media preferences to a higher standard.&#8221;</em></p>
<p>John também escreve sobre as vantagens dos e-books com relação aos livros impressos e que, mesmo com todas essas vantagens, principalmente pelos motivos que vimos acima, essa indústria ainda é muito pequena. São vantagens dos e-books, segundo John:</p>
<p>- Conveniência: Em um único dispositivo de leitura você pode carregar uma coleção de milhares de livros. Ou seja, carregar toda a sua lista de livros para leitura em um único dispositivo e de uma só vez. Também não há necessidade de espaço em estantes ou prateleiras e você nem precisa caminhar até uma loja para comprar livros, basta fazer o download na internet e iniciar a leitura imediatamente. É possível ainda ler em qualquer lugar, a qualquer hora e usando uma única mão;</p>
<p>- Poder: aqui há algo que eu sempre desejo toda vez que leio um livro impresso - uma ferramenta de busca. A possibilidade de buscar onde mais apareceu o nome de uma determinada empresa naquele livro, em que página o autor explicou a definição para uma nova palavra, sem a necessidade de reler o livro para conseguir encontrar. Também a possibilidade de sublinhar e fazer anotações sem comprometer o aspecto do livro;</p>
<p>- Potencial: é muito fácil compartilhar livros digitais e, até mesmo, criar novas versões com resumos, explicações e informações adicionais;</p>
<p>- E, muito importante, você pode ler um e-book sem perturbar a pessoa ao seu lado com o barulho da virada das páginas e mesmo sem a necessidade de uma lâmpada, uma vez que o dispositivo de leitura já possui uma tela com luz suficiente para você ler e, ao mesmo tempo, não incomodar a pessoa ao lado (ótimo em viagens, por exemplo);</p>
<p>- Ainda adicionaria a esta lista de vantagens criada pelo John o fato, muito importante nos dias de hoje, de os e-books não necessitarem da utilização de papel, o que por si só tem um apelo ambientalmente correto.</p>
<p>John acredita ainda que a indústria de e-books crescerá muito nos próximos anos, não invalidando porém a existência dos livros impressos (como profetizado por algumas pessoas quando os primeiros e-books começaram a aparecer). Até porquê, são públicos com características distintas.</p>
<p>Assim, a maior vantagem segundo John, seria as próprias editoras de livros em versões impressas oferecerem paralelamente versões eletrônicas (e mais baratas) dos seus livros, criando assim suas próprias editoras e lojas de e-books. Fica aqui a dica: aproveitando também a crise econômica mundial, essa seria uma ótima oportunidade para aumentar a venda de muitos títulos.</p>
<p><strong>Para receber minhas dicas siga-me no Twitter: <a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank" /><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank">http://www.twitter.com/Justale</a></strong>
</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem a Amazon lançou a nova versão do Kindle, seu dispositivo para leitura de e-books (livros eletrônicos). Imagens e vídeos desse lançamento podem ser vistos <a title="kindle na amazon" href="http://www.amazon.com/gp/product/B00154JDAI/ref=amb_link_83626371_1?pf_rd_m=ATVPDKIKX0DER&#038;pf_rd_s=gateway-center-column&#038;pf_rd_r=05R6G7XYRDDTVZNS6HF5&#038;pf_rd_t=101&#038;pf_rd_p=469548931&#038;pf_rd_i=507846" target="_blank"><strong>nesta página da Amazon</strong></a> e <a title="imagens do kindle em alta resolucao" href="http://www.mobileread.com/forums/showthread.php?t=38174"><strong>nesta página do Mobileread</strong></a> (que disponbilizou, em alta resolução, várias imagens do Kindle).</p>
<p>Eu, que sou uma leitora voraz, e diferente de 99% das pessoas que conheço, adoro ler livros no formato e-book (tanto que inclusive transformei meu primeiro livro de poesias para este formato e o publiquei também na internet). Tudo isso, e somado ao <a title="post sobre audiobooks" href="http://alessandrasoletti.tumblr.com/post/73807383/a-conveni-ncia-e-escassez-dos-audiolivros" target="_blank"><strong>post que escrevi sobre os audiobooks</strong></a>, fez com que eu refletisse sobre o mercado para os livros eletrônicos. Já há algum tempo venho comentando com meu marido sobre a pequena presença de editoras exclusivas de e-books no Brasil e meu interesse em criar uma editora nesses moldes (ou trabalhar em alguma), uma vez que, além de conhecimentos em marketing e gestão de negócios (inclusive finalizando minha segunda pós-graduação na ESPM), também gosto e tenho muito interesse pelo mercado editorial.</p>
<p>Movida por esse grande interesse e uma enorme curiosidade sobre o porquê desse mercado ainda ser muito pequeno (principalmente no Brasil), li e pesquisei muito à respeito do mercado, do público consumidor, das vantagens e desvantagens dos e-books e das dificuldades presentes, tanto para os consumidores quanto para as editoras e empresas criadoras de dispositivos para leitura de livros digitais.</p>
<p>Foi então que me deparei com uma sugestão de leitura do <a title="timothy ferris" href="http://www.fourhourworkweek.com/" target="_blank"><strong>Timothy Ferriss</strong></a>: o artigo &#8220;<a title="e-book" href="http://arstechnica.com/gadgets/news/2009/02/the-once-and-future-e-book.ars" target="_blank"><strong>The once and future e-book: on reading in the digital age</strong></a>&#8220;, escrito por John Siracusa, que trabalhou nesse meio, na &#8220;Peanut Press&#8221;. Esse artigo é realmente maravilhoso e muito esclarecedor com relação ao porquê dessa indústria ainda caminhar a passos lentos. Como o próprio subtítulo do artigo cita, &#8220;John olha para o passado, o presente e o futuro de ler livros em dispositivos que não são livros.&#8221; Abaixo, compartilho com vocês um resumo contendo as principais informações presentes nesse artigo:</p>
<p>1º) Algumas das causas pelas quais os e-books ainda representam pouca vendagem (comparado com os livros impressos):</p>
<p>- A maioria dos dispositivos para leitura de e-books são caros, pesados, pouco portáteis, não tão intuitivos de usar (como um iPod, por exemplo), não oferecem a sensação que a presença física de um livro provoca (o tato, o cheio do livro e a possibilidade de ver facilmente o progresso - ou não - da leitura, por exemplo). Também, ao pensar no preço de um Kindle  e na quantidade de livros que se poderia adquirir por esse valor, torna-se tentador não comprá-lo;</p>
<p>- É desconfortável, para a maioria das pessoas, ler grandes quantidades de textos em telas - principalmente se os escritos forem em fontes muito pequenas;</p>
<p>- A dificuldade que as pessoas têm de diferenciar &#8220;dispositivo para leitura de e-books&#8221; de &#8220;e-books&#8221;, ou seja, diferenciar o &#8220;dispositivo&#8221; do &#8220;texto&#8221; em si. <a title="a era do acesso" href="http://www.justale.com.br/livros/2008/09/03/a-era-do-acesso-de-jeremy-rifkin/" target="_blank"><strong>A era do acesso</strong></a> (de Jeremy Rifkin), por exemplo, continua sendo um livro incrível, quer esteja impresso em papel, quer em uma pequena tela de um celular. Mas, quando não nos sentimos confortáveis com um dispositivo de leitura, não o usamos, independente dos livros maravilhosos que ele poderia armazenar;</p>
<p>- A questão cultural: muitos ainda não adquiriram o hábito de ler livros na tela do computador. O engraçado é que, em um mesmo período de tempo, há pessoas que leem muito mais palavras em sites, blogs e e-mails do que em livros impressos;</p>
<p>- Os e-books ainda são caros, comparados com as versões impressas. E o custo de produção de e-books, porém, é baixíssimo comparado com o da produção de livros impressos. A margem de lucro nos livros digitais é, portanto, muito maior do que nos livros impressos, no entanto seu alto preço contribui para torná-lo pouco vendável (em relação às versões impressas).</p>
<p>John argumenta nesse artigo que a questão cultural tem um peso muito forte na indústria dos e-books e que mudanças culturais levam gerações para se concretizarem. Interessante esta passagem do texto:</p>
<p><em>&#8220;Time and again this happens, and it can happen without changing a single person&#8217;s mind. To put it bluntly, people die. Indeed, death is arguably the single most important driver for all human progress. Even in a community as reason-based as science, it&#8217;s often necessary to wait for one generation of scientists to die off before a new theory gains mainstream acceptance. It&#8217;s a bit much to hold consumers&#8217; text-based media preferences to a higher standard.&#8221;</em></p>
<p>John também escreve sobre as vantagens dos e-books com relação aos livros impressos e que, mesmo com todas essas vantagens, principalmente pelos motivos que vimos acima, essa indústria ainda é muito pequena. São vantagens dos e-books, segundo John:</p>
<p>- Conveniência: Em um único dispositivo de leitura você pode carregar uma coleção de milhares de livros. Ou seja, carregar toda a sua lista de livros para leitura em um único dispositivo e de uma só vez. Também não há necessidade de espaço em estantes ou prateleiras e você nem precisa caminhar até uma loja para comprar livros, basta fazer o download na internet e iniciar a leitura imediatamente. É possível ainda ler em qualquer lugar, a qualquer hora e usando uma única mão;</p>
<p>- Poder: aqui há algo que eu sempre desejo toda vez que leio um livro impresso - uma ferramenta de busca. A possibilidade de buscar onde mais apareceu o nome de uma determinada empresa naquele livro, em que página o autor explicou a definição para uma nova palavra, sem a necessidade de reler o livro para conseguir encontrar. Também a possibilidade de sublinhar e fazer anotações sem comprometer o aspecto do livro;</p>
<p>- Potencial: é muito fácil compartilhar livros digitais e, até mesmo, criar novas versões com resumos, explicações e informações adicionais;</p>
<p>- E, muito importante, você pode ler um e-book sem perturbar a pessoa ao seu lado com o barulho da virada das páginas e mesmo sem a necessidade de uma lâmpada, uma vez que o dispositivo de leitura já possui uma tela com luz suficiente para você ler e, ao mesmo tempo, não incomodar a pessoa ao lado (ótimo em viagens, por exemplo);</p>
<p>- Ainda adicionaria a esta lista de vantagens criada pelo John o fato, muito importante nos dias de hoje, de os e-books não necessitarem da utilização de papel, o que por si só tem um apelo ambientalmente correto.</p>
<p>John acredita ainda que a indústria de e-books crescerá muito nos próximos anos, não invalidando porém a existência dos livros impressos (como profetizado por algumas pessoas quando os primeiros e-books começaram a aparecer). Até porquê, são públicos com características distintas.</p>
<p>Assim, a maior vantagem segundo John, seria as próprias editoras de livros em versões impressas oferecerem paralelamente versões eletrônicas (e mais baratas) dos seus livros, criando assim suas próprias editoras e lojas de e-books. Fica aqui a dica: aproveitando também a crise econômica mundial, essa seria uma ótima oportunidade para aumentar a venda de muitos títulos.</p>
<p><strong>Para receber minhas dicas siga-me no Twitter: <a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank" /><a href="http://www.twitter.com/Justale" target="_blank">http://www.twitter.com/Justale</a></strong>
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Twitter planeja cobrar por uso comercial</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/10/twitter-planeja-cobrar-quem-fizer-uso-comercial-dele/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2009/02/10/twitter-planeja-cobrar-quem-fizer-uso-comercial-dele/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Marketing Digital</category>
	<category>Featured</category>
	<category>Tendências</category>
	<category>Marketing no Twitter</category>
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		<description><![CDATA[<p>O co-fundador do Twitter, Biz Stone, concedeu uma entrevista para a Marketing Magazine, onde afirmou que tem notado cada vez mais empresas utilizando o Twitter, e indivíduos seguindo essas empresas. Para Biz, isto pode ser uma oportunidade para cobrar pelo uso comercial do Twitter. Segundo ele, o intuito seria o de criar ferramentas exclusivas para o uso comercial (como por exemplo, ferramentas de serviço ao consumidor).</p>
<p>Bob Pearson, vice-presidente de comunidades da Dell já salientou que, se essa novidade tornar o Twitter caro e complicado, a empresa procurará outro serviço. Já Robin Grant, diretor da agência de social media &#8220;We are social&#8221; frisou que o Twitter poderia ganhar dinheiro inserindo anúncios em suas páginas ou vendendo informações dos seus membros para campanhas de marketing.</p>
<p>Ficam as perguntas:<br />
- Como irão distinguir quem faz uso comercial direto do Twitter de quem faz uso indireto? Por uma conta registrada no nome de uma empresa? E quanto às pessoas que utilizam sua conta no twitter também para divulgar produtos e serviços de empresas? Conheço várias pessoas que utilizam sua conta pessoal no twitter basicamente para fazer publicidade da empresa onde trabalham e/ou dos produtos que foram, por alguma empresa, contratados para divulgar. Como ficará a cobrança nestes casos?</p>
<p>Será que, se o Twitter passar a cobrar pelo uso comercial, veremos cada vez mais pessoas (físicas, não jurídicas), recebendo produtos de empresas em troca de divulgá-los em suas contas no Twitter, como hoje já acontece em inúmeros blogs?</p>
<p><!-- boo-widget start --><script type="text/javascript">  bb_bid = &#8220;1517&#8243;;  bb_lang = &#8220;pt-BR&#8221;;  bb_name = &#8220;custom&#8221;;  bb_keywords = &#8220;marketing&#8221;;  bb_width = &#8220;600px&#8221;;  bb_limit = &#8220;4&#8243;;  </script><script src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js" type="text/javascript"></script><!-- boo-widget end -->
</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O co-fundador do Twitter, Biz Stone, concedeu uma entrevista para a Marketing Magazine, onde afirmou que tem notado cada vez mais empresas utilizando o Twitter, e indivíduos seguindo essas empresas. Para Biz, isto pode ser uma oportunidade para cobrar pelo uso comercial do Twitter. Segundo ele, o intuito seria o de criar ferramentas exclusivas para o uso comercial (como por exemplo, ferramentas de serviço ao consumidor).</p>
<p>Bob Pearson, vice-presidente de comunidades da Dell já salientou que, se essa novidade tornar o Twitter caro e complicado, a empresa procurará outro serviço. Já Robin Grant, diretor da agência de social media &#8220;We are social&#8221; frisou que o Twitter poderia ganhar dinheiro inserindo anúncios em suas páginas ou vendendo informações dos seus membros para campanhas de marketing.</p>
<p>Ficam as perguntas:<br />
- Como irão distinguir quem faz uso comercial direto do Twitter de quem faz uso indireto? Por uma conta registrada no nome de uma empresa? E quanto às pessoas que utilizam sua conta no twitter também para divulgar produtos e serviços de empresas? Conheço várias pessoas que utilizam sua conta pessoal no twitter basicamente para fazer publicidade da empresa onde trabalham e/ou dos produtos que foram, por alguma empresa, contratados para divulgar. Como ficará a cobrança nestes casos?</p>
<p>Será que, se o Twitter passar a cobrar pelo uso comercial, veremos cada vez mais pessoas (físicas, não jurídicas), recebendo produtos de empresas em troca de divulgá-los em suas contas no Twitter, como hoje já acontece em inúmeros blogs?</p>
<p><!-- boo-widget start --><script type="text/javascript">  bb_bid = &#8220;1517&#8243;;  bb_lang = &#8220;pt-BR&#8221;;  bb_name = &#8220;custom&#8221;;  bb_keywords = &#8220;marketing&#8221;;  bb_width = &#8220;600px&#8221;;  bb_limit = &#8220;4&#8243;;  </script><script src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js" type="text/javascript"></script><!-- boo-widget end -->
</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Especial e Resenha: O Paradoxo da Escolha</title>
		<link>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/28/especial-e-resenha-o-paradoxo-da-escolha/</link>
		<comments>http://www.justale.com.br/visao/2008/08/28/especial-e-resenha-o-paradoxo-da-escolha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 13:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talktoale</dc:creator>
		
	<category>Artigos</category>
	<category>Featured</category>
	<category>Tendências</category>
	<category>Resenhas</category>
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		<description><![CDATA[<p><img src="http://www.justale.com.br/visao/parado01.jpg" align="left" /></p>
<p>Esta semana eu estava conversando com meu ex-professor, do intensivo de marketing da ESPM, e este assunto do &#8220;Paradoxo da Escolha&#8221; veio à tona. Foi aí que tive a idéia de escrever uma resenha e um especial sobre este assunto aqui no Visão de Marketing. Aproveite o especial! Aguardo seu comentário.</p>
<p>Publicado em 2004, o livro &#8220;<em>The Paradox of Choice: why more is less</em>&#8221; (O Paradoxo da Escolha: porque mais é menos) de Barry Scwartz é um &#8220;must-read&#8221;, principalmente para quem trabalha com marketing, administração e inteligência de mercado. O autor é um psicólogo, professor de Teoria Social e Ação Social da Swarthmore College, na Pennsyvania, EUA. Ele estuda um dos grandes mistérios da vida moderna: por que nas sociedades onde há liberdade e uma variedade de opções de escolha nunca antes vistas (tanto em termos pessoais, quanto profissionais e materiais) - os indivíduos não se sentem mais felizes. Ao contrário, o número de pessoas com transtornos de ansiedade e depressão cresce a cada dia. De acordo com a sabedoria popular, quanto mais opções de escolha temos, mas oportunidades para exercer nossa liberdade e maiores são as chances de sermos felizes. Será? Barry Schwartz defende justamente o contrário. Segundo ele, é essa abundância de opções de escolha que há na sociedade moderna que está nos tornando cada fez mais infelizes (e ansiosos).</p>
<p>O psicólogo argumenta que a infinidade de opções de escolha com que nos deparamos todos os dias é paralisadora e está exaurindo a psique humana. Pense por exemplo, no número de escolhas que você é obrigado a fazer todos os dias desde que acorda de manhã. Na hora de escolher que café comprar, que tipo de leite, qual das centenas de opções de pão&#8230; Qual das centenas de opções de sabonete escolher na prateleira do supermercado. O que dizer então das opções de shampoo (aqui um caso à parte, já que a indústria do shampoo precisa continuamente produzir novos produtos e embalagens - Alguém lembra do mito que até hoje vigora para muitas mulheres de que &#8216;lavar o cabelo todo o dia com o mesmo shampoo vicia&#8217;? É um mito ainda e ignorá-lo traria muito prejuízo para a indústria. Está aí um bom assunto para um próximo post!), pois bem e o que dizer então das opções de desodorante? Antitranspirante? Em roll-on? Em creme? Aerosol? Com ou sem perfume? Do tipo que branqueia axilas ou aquele que as hidrata?</p>
<p>Enfim, as escolhas de consumo mais simples do dia-dia acabam se tornando uma tortura. Na abundância de opções passamos a vida questionando nossas escolhas. Desde relacionadas com o tipo de café que compramos até com o tipo de profissão que escolhemos, de cidade, de relacionamentos&#8230; Lembra até um continho do livro &#8220;Dois Palitos&#8221;: &#8220;e se eu fizesse, e se eu fosse, e se eu, e se&#8230; morreu na hipótese&#8221;</p>
<p><img title="dificil processo de escolha" height="199" alt="dificil processo de escolha" src="http://www.forward-moving.com/blog/wp-content/uploads/2006/10/Question%20Mark.JPG" width="200" align="left" />Escolher, hoje em dia, demanda uma energia muito grande, nos deixa exaustos. Questionamos nossas escolhas até antes mesmo de nos decidirmos, de experimentá-las. E passamos a acreditar que nossos fracassos são sempre culpa de escolhas erradas que fizemos. Que &#8220;se&#8221; tivéssemos escolhido outra opção isso não aconteceria. Ou seja, a abundância de escolhas fragiliza a felicidade. E tende a pior, já que se analisarmos que a tecnologia e os processos estão cada vez mais fáceis de copiar, a tendência é que tenhamos produtos cada vez mais semelhantes em algumas áreas.</p>
<p>O paradoxo, então, é que pensamos que queremos mais escolhas, mas quanto mais opções temos menos satisfeitos ficamos.</p>
<p>Segundo Schwartz, quatro são as possíveis razões para a nossa insatisfação com relação ao grande número de opções:</p>
<p>1) O custo da oportunidade. Ao fazermos uma escolha baseada em um grande número de opções precisamos abrir mão de todas as outras. Analisando apenas duas opções, por exemplo, podemos determinar mais facilmente (e rapidamente - tempo é dinheiro!) os prós e contras de cada uma. Mesmo assim, você percebe que escolhendo uma, você estará invariavelmente perdendo alguma coisa que a outra não possui. É o chamado custo de oportunidade: quanto mais alternativas você considera, maiores os custos de oportunidade de uma decisão.</p>
<p>2) Arrependimento. O ato de não escolher é, por si só, uma escolha. Portanto, não nos arrependemos somente do que escolhemos, mas também do que deixamos de escolher. Assim, um infinito número de possibilidades diminui o prazer das escolhas.</p>
<p>3) Capacidade de adaptação. E se a escolha que parecia a mais sensata até ontem, hoje nos mostra ser o pior que poderíamos ter escolhido?</p>
<p>4) O peso da comparação. Como estamos nos comparando o tempo todo com as outras pessoas, acabamos concluindo que a grama do vizinho é sempre mais verde.</p>
<p><img src="http://www.justale.com.br/visao/produtos.jpg" width="420" /></p>
<p>Schwartz divide os consumidores em maximizadores e satisfazedores. Os maximizadores buscam a qualquer custo a opção mais vantajosa sempre – vasculham todas as lojas em busca da meia com o melhor custo/benefício. Os satisfazedores, por outro lado, assim que encontram a opção que lhes pareça a melhor, param de procurar. Advinha qual dos grupos tende a ser menos felizes com as decisões? Os maximizadores, claro!<br />
<strong>E a relação disso com o marketing?</strong><br />
No livro há uma série de pesquisas relatadas sobre as experiências de compra e o comportamento do consumidor diante das opções. Numa das pesquisas, foram apresentadas em uma mesa uma variedade enorme de geléias, enquanto que na outra mesa, apenas 6 opções eram oferecidas. Embora a mesa com o maior número de opções também tivesse tido o maior número de experimentação, as vendas foram maiores na mesa com apenas 6 opções expostas.</p>
<p>Ou seja, o consumidor não quer mais gastar tanta energia na experiência da escolha. E ainda voltar para casa questionando se não teria sido melhor ter escolhido outra opção. Ofereça opções sim, mas em um número que não deixe o deixe perdido, que não o exauste no processo de escolha, que facilite o processo de escolha!</p>
<p><strong>Quer ver um outro exemplo?<br />
</strong>Com tanta opção disponível emerge a geração &#8220;<strong>Trialist</strong>&#8220;. O nome já diz tudo, bem de &#8220;try&#8221; (tentar, experimentar, em inglês) que é formada por consumidores que querem experimentar todas as novidades possíveis (&#8221;em dúvida, leve todos&#8221;).</p>
<p>Isso fica mais visível se imaginarmos que os jovens estão transitando em um número maior de tribos e conseqüentemente, experimentando produtos de várias tribos diferentes.</p>
<p>Um exemplo interessante de uma empresas que está adaptando seus produtos a esse perfil de consumidor é o da Pizza Hut na Inglaterra, onde as pizzas podem conter até quatro sabores diferentes. Experimentando mais, de uma única vez, permite também que o consumidor possa, na próxima experiência de compra, escolher de maneira mais rápida e fácil, com menos gasto de energia e stress. Afinal, o consumidor já tem muitas coisas com o que se preocupar.</p>
<p><code>
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<p>Se você ainda não definiu as estratégias de comunicação e marketing para sua empresa, sinta-se à vontade para <a href="mailto:alessandratussi@gmail.com"><strong>entrar em contato comigo</strong></a>!
</p>
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<p>Esta semana eu estava conversando com meu ex-professor, do intensivo de marketing da ESPM, e este assunto do &#8220;Paradoxo da Escolha&#8221; veio à tona. Foi aí que tive a idéia de escrever uma resenha e um especial sobre este assunto aqui no Visão de Marketing. Aproveite o especial! Aguardo seu comentário.</p>
<p>Publicado em 2004, o livro &#8220;<em>The Paradox of Choice: why more is less</em>&#8221; (O Paradoxo da Escolha: porque mais é menos) de Barry Scwartz é um &#8220;must-read&#8221;, principalmente para quem trabalha com marketing, administração e inteligência de mercado. O autor é um psicólogo, professor de Teoria Social e Ação Social da Swarthmore College, na Pennsyvania, EUA. Ele estuda um dos grandes mistérios da vida moderna: por que nas sociedades onde há liberdade e uma variedade de opções de escolha nunca antes vistas (tanto em termos pessoais, quanto profissionais e materiais) - os indivíduos não se sentem mais felizes. Ao contrário, o número de pessoas com transtornos de ansiedade e depressão cresce a cada dia. De acordo com a sabedoria popular, quanto mais opções de escolha temos, mas oportunidades para exercer nossa liberdade e maiores são as chances de sermos felizes. Será? Barry Schwartz defende justamente o contrário. Segundo ele, é essa abundância de opções de escolha que há na sociedade moderna que está nos tornando cada fez mais infelizes (e ansiosos).</p>
<p>O psicólogo argumenta que a infinidade de opções de escolha com que nos deparamos todos os dias é paralisadora e está exaurindo a psique humana. Pense por exemplo, no número de escolhas que você é obrigado a fazer todos os dias desde que acorda de manhã. Na hora de escolher que café comprar, que tipo de leite, qual das centenas de opções de pão&#8230; Qual das centenas de opções de sabonete escolher na prateleira do supermercado. O que dizer então das opções de shampoo (aqui um caso à parte, já que a indústria do shampoo precisa continuamente produzir novos produtos e embalagens - Alguém lembra do mito que até hoje vigora para muitas mulheres de que &#8216;lavar o cabelo todo o dia com o mesmo shampoo vicia&#8217;? É um mito ainda e ignorá-lo traria muito prejuízo para a indústria. Está aí um bom assunto para um próximo post!), pois bem e o que dizer então das opções de desodorante? Antitranspirante? Em roll-on? Em creme? Aerosol? Com ou sem perfume? Do tipo que branqueia axilas ou aquele que as hidrata?</p>
<p>Enfim, as escolhas de consumo mais simples do dia-dia acabam se tornando uma tortura. Na abundância de opções passamos a vida questionando nossas escolhas. Desde relacionadas com o tipo de café que compramos até com o tipo de profissão que escolhemos, de cidade, de relacionamentos&#8230; Lembra até um continho do livro &#8220;Dois Palitos&#8221;: &#8220;e se eu fizesse, e se eu fosse, e se eu, e se&#8230; morreu na hipótese&#8221;</p>
<p><img title="dificil processo de escolha" height="199" alt="dificil processo de escolha" src="http://www.forward-moving.com/blog/wp-content/uploads/2006/10/Question%20Mark.JPG" width="200" align="left" />Escolher, hoje em dia, demanda uma energia muito grande, nos deixa exaustos. Questionamos nossas escolhas até antes mesmo de nos decidirmos, de experimentá-las. E passamos a acreditar que nossos fracassos são sempre culpa de escolhas erradas que fizemos. Que &#8220;se&#8221; tivéssemos escolhido outra opção isso não aconteceria. Ou seja, a abundância de escolhas fragiliza a felicidade. E tende a pior, já que se analisarmos que a tecnologia e os processos estão cada vez mais fáceis de copiar, a tendência é que tenhamos produtos cada vez mais semelhantes em algumas áreas.</p>
<p>O paradoxo, então, é que pensamos que queremos mais escolhas, mas quanto mais opções temos menos satisfeitos ficamos.</p>
<p>Segundo Schwartz, quatro são as possíveis razões para a nossa insatisfação com relação ao grande número de opções:</p>
<p>1) O custo da oportunidade. Ao fazermos uma escolha baseada em um grande número de opções precisamos abrir mão de todas as outras. Analisando apenas duas opções, por exemplo, podemos determinar mais facilmente (e rapidamente - tempo é dinheiro!) os prós e contras de cada uma. Mesmo assim, você percebe que escolhendo uma, você estará invariavelmente perdendo alguma coisa que a outra não possui. É o chamado custo de oportunidade: quanto mais alternativas você considera, maiores os custos de oportunidade de uma decisão.</p>
<p>2) Arrependimento. O ato de não escolher é, por si só, uma escolha. Portanto, não nos arrependemos somente do que escolhemos, mas também do que deixamos de escolher. Assim, um infinito número de possibilidades diminui o prazer das escolhas.</p>
<p>3) Capacidade de adaptação. E se a escolha que parecia a mais sensata até ontem, hoje nos mostra ser o pior que poderíamos ter escolhido?</p>
<p>4) O peso da comparação. Como estamos nos comparando o tempo todo com as outras pessoas, acabamos concluindo que a grama do vizinho é sempre mais verde.</p>
<p><img src="http://www.justale.com.br/visao/produtos.jpg" width="420" /></p>
<p>Schwartz divide os consumidores em maximizadores e satisfazedores. Os maximizadores buscam a qualquer custo a opção mais vantajosa sempre – vasculham todas as lojas em busca da meia com o melhor custo/benefício. Os satisfazedores, por outro lado, assim que encontram a opção que lhes pareça a melhor, param de procurar. Advinha qual dos grupos tende a ser menos felizes com as decisões? Os maximizadores, claro!<br />
<strong>E a relação disso com o marketing?</strong><br />
No livro há uma série de pesquisas relatadas sobre as experiências de compra e o comportamento do consumidor diante das opções. Numa das pesquisas, foram apresentadas em uma mesa uma variedade enorme de geléias, enquanto que na outra mesa, apenas 6 opções eram oferecidas. Embora a mesa com o maior número de opções também tivesse tido o maior número de experimentação, as vendas foram maiores na mesa com apenas 6 opções expostas.</p>
<p>Ou seja, o consumidor não quer mais gastar tanta energia na experiência da escolha. E ainda voltar para casa questionando se não teria sido melhor ter escolhido outra opção. Ofereça opções sim, mas em um número que não deixe o deixe perdido, que não o exauste no processo de escolha, que facilite o processo de escolha!</p>
<p><strong>Quer ver um outro exemplo?<br />
</strong>Com tanta opção disponível emerge a geração &#8220;<strong>Trialist</strong>&#8220;. O nome já diz tudo, bem de &#8220;try&#8221; (tentar, experimentar, em inglês) que é formada por consumidores que querem experimentar todas as novidades possíveis (&#8221;em dúvida, leve todos&#8221;).</p>
<p>Isso fica mais visível se imaginarmos que os jovens estão transitando em um número maior de tribos e conseqüentemente, experimentando produtos de várias tribos diferentes.</p>
<p>Um exemplo interessante de uma empresas que está adaptando seus produtos a esse perfil de consumidor é o da Pizza Hut na Inglaterra, onde as pizzas podem conter até quatro sabores diferentes. Experimentando mais, de uma única vez, permite também que o consumidor possa, na próxima experiência de compra, escolher de maneira mais rápida e fácil, com menos gasto de energia e stress. Afinal, o consumidor já tem muitas coisas com o que se preocupar.</p>
<p><code>
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<p>Se você ainda não definiu as estratégias de comunicação e marketing para sua empresa, sinta-se à vontade para <a href="mailto:alessandratussi@gmail.com"><strong>entrar em contato comigo</strong></a>!
</p>
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